A nova reviravolta por trás do impeachment de Lula

Gustavo Mendex

A Ardilosa Armadilha do Sistema: O Plano Para o Impeachment de Lula e o Verdadeiro Objetivo por Trás Disso


Nos últimos dias, um debate intenso tomou conta dos bastidores políticos e das redes sociais. O impeachment de Lula, que parecia uma pauta distante, agora surge como uma possibilidade real. Mas será que isso é realmente uma vitória para a oposição e para o povo? Ou estaríamos, sem perceber, caindo em mais uma armadilha do sistema?


O Regime por Trás do Governo


Muitos acreditam que o Brasil vive um sistema presidencialista, onde o chefe do Executivo tem poder real para governar. No entanto, a realidade é bem diferente. O que temos, de fato, é um regime oligárquico, onde o presidente não governa sozinho, mas apenas executa aquilo que o verdadeiro sistema determina.


Lula não é o chefe desse esquema. Ele nunca foi. Seu papel principal era vencer Bolsonaro nas urnas em 2022 e garantir uma transição segura para que o verdadeiro plano pudesse ser colocado em prática. Agora que seu desgaste está evidente, o establishment já articula sua substituição.


O que poucos percebem é que o impeachment de Lula não representa uma ameaça para o sistema. Pelo contrário, ele pode ser a peça-chave do plano.


A Jogada Perfeita: Alckmin no Comando


Desde o início, o nome de Geraldo Alckmin foi cuidadosamente posicionado dentro desse jogo. A elite política sabia que ele nunca venceria Bolsonaro diretamente em uma eleição, então precisaram de um "Cavalo de Troia": Lula.


Agora que a narrativa está mudando e a insatisfação popular cresce, a mesma mídia que blindou Lula já começa a criticá-lo. O STF, que garantiu sua eleição, ensaia um afastamento. Tudo acontece como um roteiro previamente escrito.


Se Lula for removido, quem assume? Alckmin. E o que muda? Nada. A estrutura de poder continua intocada. O sistema não apenas se mantém, mas se fortalece.


A Armadilha do "Fora Lula"


Muitos brasileiros indignados com o governo atual pedem o impeachment de Lula. Mas será que essa é realmente a melhor estratégia?


Se Lula sair, os grandes vencedores serão:

  • O STF, que se fortalecerá ainda mais ao vender a ideia de que "interveio para salvar o Brasil".
  • A grande mídia, que se tornará "crítica" ao governo apenas para limpar sua própria imagem.
  • A esquerda, que usará o impeachment como discurso de vitimização, alegando que houve um golpe.
  • Os burocratas de Brasília e a elite política, que continuarão governando sem precisar do voto popular.


Ou seja, se o "Fora Lula" triunfar, quem perde é o povo. O verdadeiro poder continuará nas mãos de quem sempre esteve.


O Verdadeiro Caminho: Anistia Já


Enquanto muitos focam no impeachment, Bolsonaro percebeu algo que poucos entenderam. Ele não recuou. Pelo contrário, ele identificou o verdadeiro ponto fraco do sistema: a anistia dos presos políticos do 8 de janeiro.


Por que o sistema teme tanto a anistia?


Porque, se isso acontecer, toda a narrativa da tentativa de golpe cai por terra. Se os presos forem libertados, o regime perde o discurso que justifica a perseguição aos opositores. A inelegibilidade de Bolsonaro também fica comprometida.


Por isso, o sistema quer desviar a atenção para o impeachment. Eles querem que a direita foque em derrubar Lula, enquanto a estrutura de poder segue intacta e o verdadeiro jogo continua nos bastidores.


A Luta Pela Verdadeira Mudança


A verdadeira batalha de 2025 não é pelo impeachment de Lula. É pela anistia.


O regime sabe disso e fará de tudo para nos distrair. Mas a única forma de realmente enfraquecê-los é tirando deles o poder de controlar a narrativa.


Não adianta trocar um fantoche por outro. A mudança real só acontecerá quando desmontarmos o esquema que controla o país.


A pergunta que fica é: vamos fortalecer o plano do sistema ou vamos lutar para desmontá-lo?


A resposta está nas mãos do povo.

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